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Campanha salarial
Não ao arrocho nos direitos dos trabalhadores proposto pela Vale
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Para quem anuncia um novo recorde de produção de 104,9 milhões de toneladas de minério de ferro e lucro líquido de R$ 8,3 bilhões no terceiro trimestre/2018, a contraproposta da Vale aos trabalhadores para Acordo Coletivo é VERGONHOSA e um desrespeito a quem gera toda esta riqueza.

A Vale apresentou propostas para arrochar os direitos dos trabalhadores e uma grande confusão com a alteração de dois direitos sagrados, como o adicional noturno e horas in itinere, além de ameaçar conquistas de lei como o adicional de periculosidade.

Nossa resposta na mesa de negociações foi um sonoro NÃO à proposta indecente dos patrões.

NÃO ACEITAMOS PROPOSTA DE ARROCHO
A Vale apresentou seis pontos na sua contraproposta:

  • Reajuste de 4,2% nos salários (inflação pelo INPC deve ser de 3,7%);
  • Nenhum reajuste no Cartão Alimentação;
  • Redução do adicional noturno de 65% para 45% para quem trabalha em turno de 6 horas, incorporando 3,5% adicionais nos salários;
  • Manutenção do adicional noturno de 65% para quem trabalha em turno de 8 horas (neste caso não há o reajuste de 3,5% adicional nos salários);
  • Transformar o pagamento de horas in itinere em “Prêmio Assiduidade”, com acréscimo de 10%, com o montante sendo pago de seis em seis meses; 
  • Cada dia faltoso com justifica deduz 1% no “Prêmio Assiduidade” e faltas sem justificativa são descontadas em 5%;
  • A empresa quer continuar pagando do mesmo jeito o adicional de periculosidade para quem já o recebe, mas para quem vier a recebê-lo pretende pagar apenas pelo tempo de exposição ao risco, considerando uma exposição média diária superior a 30 minutos;

Só podemos considerar estas propostas como absurdas, reagindo e mobilizando os trabalhadores para garantir conquistas garantidas em lei e em nossos acordos coletivos anteriores. Exigimos da Vale maior respeito aos trabalhadores que permitem a ela comemorar os recordes de produção e seus lucros fabulosos, garantindo condições dignas para exercermos nosso trabalho e cuidarmos das responsabilidades com nossas famílias.

A hora é de unidade e de mobilização.

SINDICALIZE-SE E FORTALEÇA NOSSA LUTA!

 

          

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