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Modelo da PLR
Sindicato reprova proposta da VLI prejudicial à PLR a ser paga em 2020
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O STEFEM participa de reuniões com a VLI para que seja definido o modelo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) a ser apurada em 2019 e pagamento em 2020.

Na última reunião, dia 25 de abril, em Belo Horizonte, com as presença dos diretores do STEFEM, Novarck e Damasceno, além do companheiro Alexandro Bezerra, do Sindimina-SE), contestamos uma proposta da VLI, que consideramos arriscada e prejudicial aos trabalhadores. A empresa afirmou sua pretensão de colocar uma condicionante que pode simplesmente eliminar integralmente a PLR.

A empresa quer se prevenir e imputar prejuízo aos trabalhadores em caso de um evento como a greve do caminhoneiros de 2018, quando o volume transportado pela ferrovia sofreu interrupção. Foi justamente neste nível de preocupação da empresa que esbarramos em uma proposta que não poderíamos aceitar e já avisamos que as negociações ficam emperradas. A empresa manifestou intenção de não pagar a PLR, se vier a ocorrer algo de “relevante que cause alto impacto em empregados, comunidades, sociedade ou meio ambiente”. Entendemos que esta seria uma condição prejudicial tanto para os trabalhadores quanto para a própria empresa. Levantamos, por exemplo, a possibilidade de ocorrência de uma nova “greve de caminhoneiros”, que interrompa o transporte e que nos afetaria, mesmo que tenhamos batido todas as metas até o momento do evento. Ficaríamos prejudicados, por exemplo, se houvesse um descarrilhamento e algum produto contamine cursos de água. Levantamos duas situações: se a ocorrência vier nos últimos meses do ano, perderíamos todo o empenho para bater as metas até aquele momento. Se acontecer no início do ano, quem se aplicaria em bater metas, sabendo que algo relevante já antecipava nos tirar os frutos do nosso esforço?

Além desta condição, a empresa está propondo modificação dos pesos das metas. Pelos resultados da empresa (ebitda e AFFO) o peso cairia de 40% para 30%. Já nos resultados de área e de equipes, cada uma delas tem o peso de metas sendo elevado de 30% para 35%.

Os pagamentos da PLR em 2020 estão previstos em 30 de março, para os trabalhadores ativos, e 30 de abril para desligados sem justa causa.

As negociações continuam e esperamos que qualquer redutor sobre o empenho dos trabalhadores seja retirado, para que tenhamos uma PLR justa para a categoria.

          

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