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AÇÃO DO SINDICATO
Ações para correção do FGTS ainda estão travadas pelo Superior Tribunal de Justiça
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O STEFEM veiculou nas redes sociais uma orientação jurídica dos trabalhadores sobre a não conveniência de acionarem a justiça buscando correção de ações do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Esta possibilidade está bloqueada por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que suspendeu a tramitação dos processos que buscam esta correção em todo o território nacional.

AÇÃO DO SINDICATO

O STEFEM ajuizou em julho de 2013 a ação nº 0036155-38.2013.4.01.3700, em que pediu a correção dos saldos das contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS – alegando que o índice de correção utilizado desde 1999 (TR – Taxa Referencial) causou prejuízos aos trabalhadores, por conceder reajustes abaixo da inflação.

Na época do ajuizamento, as ações contra o FGTS podiam cobrar prejuízos causados nos últimos 30 anos. No entanto, no final de 2014 a Justiça mudou seu entendimento, limitando os efeitos das novas ações contra o FGTS a 5 anos, assegurado o prazo anterior para as ações já ajuizadas.

Ao julgar esse recurso, em abril de 2018, o STJ negou o pedido dos trabalhadores, entendendo como válida a utilização da TR como índice de correção das contas do FGTS.

Está pendente de julgamento no STF a ADIn Nº 5.090, ajuizada pelo Partido Solidariedade em fevreiro de 2014, em que se pede a declaração de inconstitucionalidade da norma que determinou o uso da TR na correção das contas do FGTS. 

No momento, como não há decisão definitiva da Justiça, e como o Sindicato já possui ação ajuizada cobrindo prazo de 30 anos, o STEFEM orienta seus associados a não ajuizarem ações individuais de correção do FGTS, porque novas ações só discutiriam a correção das contas nos últimos 5 anos, com enorme prejuízo em caso de eventual vitória da tese no Poder Judiciário, e ainda porque, se for mantido o entendimento do STJ, os trabalhadores podem ser condenadas em custas judiciais e honorários advocatícios.

          

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